Estudo 13 – Os crentes do deserto

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Estudo 13

“Os crentes do deserto”

 

Deserto

Em Deuteronômio, capítulos 8 a 12, há uma descrição do estilo de vida do povo de Israel no deserto, bem como uma explicação do motivo de sua peregrinação durante quarenta anos. Esse estilo de vida serve como advertência para nós atualmente. Leia 1Co 10.1-6.
Como podemos desagradar a Deus? Simples, não entrando em Canaã. O propósito de Deus não foi tirar o povo do Egito para fazê-lo morrer no deserto. O alvo de Deus era Canaã. Contudo, por causa da incredulidade não puderam chegar até lá. Também desagradamos a Deus quando vivemos fora do seu propósito para nós.
Existem três estágios relacionados ao estilo de vida do homem no âmbito natural e no espiritual. Em 1Co 2.14-15 podemos encontrar essa descrição: 1. O homem natural vive no Egito; 2. O crente carnal peregrina no deserto; e 3. O crente espiritual conquista Canaã.
Durante 400 anos o povo de Israel foi escravo no Egito, mas se apegavam a promessa de Deus de que os livraria de lá (Gn 14.13-14).
Quando Adão transgrediu, tornou-se escravo de Satanás. Certamente, isso não fazia parte do plano de Deus, bem como não era da vontade de Deus que o seu povo permanecesse no Egito, sob a tirania de Faraó.
Deus envia Moisés, e ali é estabelecida a Páscoa.
Compartilhar: Recapitule a história. Qual foi o significado desse sacrifício? Nas Escrituras, Canaã não tipifica o céu, antes ilustra o próprio Cristo vivendo agora mesmo, a sua vida vitoriosa. Ele não apenas morreu em nosso lugar por causa daquilo que temos feito, mas também ressuscitou para apropriar-se daquilo que somos. Ele morreu e ressuscitou para nos dar o seu poder em troca da nossa debilidade; a sua sabedoria em troca da nossa insensatez; a sua paz em troca dos nossos conflitos, e a sua alegria em troca da nossa tristeza. Isto é Canaã.
Compartilhar: O que a Terra das Promessas tem a nos oferecer? Como podemos usufruir das bênçãos de Canaã? Então, qual é a necessidade do deserto? Esta é a tragédia que assola a Igreja hoje, da mesma forma como assolou o povo de Israel no deserto durante 40 anos: muitos ainda estão lá… vagando sem rumo. Eles passaram a vida toda no deserto, vivendo em pobreza que eles mesmos se impuseram, pois Deus já lhes havia dado a terra. Porém, não creram.
O deserto é uma figura dos crentes carnais, citados no Novo Testamento. O crente carnal é aquele que foi redimido, mediante a fé em Cristo, recebeu o dom do Espírito Santo, mas ainda vive numa pobreza espiritual que a si mesmo impôs, debaixo das sutis influências de um adversário já derrotado – a carne. À semelhança do povo de Israel, o crente carnal não usufrui nem das panelas de carne do Egito, nem do trigo e do mel de Canaã – ele está abandonado no deserto.
O deserto é algo inevitável em nossas vidas, à medida que todos nós fomos crianças na fé. Todavia, viver toda uma existência no deserto é anormal. Lembram-se dos espias que foram observar a terra? Recapitulem a história.
O deserto é uma consequência da incredulidade. Sempre que rejeitarmos a Palavra de Deus, seremos lançados no deserto. O tempo de nossa permanência lá, depende exclusivamente de nós.
Compartilhar: Você concorda que depende de cada um, viver ou não no deserto? Como você se encontra hoje? Em que estágio? Na próxima semana veremos quais são as características da vida no deserto.

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